"O
demoníaco não desencadeia a sua ofensiva recorrendo à sedução do belo, a
qual, por aquela misteriosa mutação de gênero denunciada pelo
aristotelismo (μετάβασις ἄλλυ γένος) e convertida em opinião comum,
transforma-se, ou pelo menos se pode transformar, no bom;
contrariamente, dirige seu ataque pelo caminho do horrendo (tremendum).
(...)
O demoníaco desencadeado para conquistar a presa humana sabe que a máxima sedução é a do abissal: o horrível. Abyssus abyssum invocat [o abismo invoca/chama o abismo]. O monstruoso é seu aspecto mais destacado."
[CASTELLI, E., "Lo demoníaco en el arte - su significado filosófico", introd.: Corrado Bologna, trad.: María Condor, Madrid: Siruela, 2007, pp. 86 - 7 (tradução: R. C. Zarco)]
(...)
O demoníaco desencadeado para conquistar a presa humana sabe que a máxima sedução é a do abissal: o horrível. Abyssus abyssum invocat [o abismo invoca/chama o abismo]. O monstruoso é seu aspecto mais destacado."
[CASTELLI, E., "Lo demoníaco en el arte - su significado filosófico", introd.: Corrado Bologna, trad.: María Condor, Madrid: Siruela, 2007, pp. 86 - 7 (tradução: R. C. Zarco)]

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